Você já deve ter ouvido falar em Agenda 21, 12 Maneiras de Mudar o Mundo, Reciclagem, O Fim do meio ambiente, R$100 por um copo d'água e por aí vai.
Já se cansou de ouvir falar em coleta seletiva, assistencialismo, sustentabilidade, responsabilidade social, mas você sabe dizer a diferença?
Fiz um trabalho de pesquisa que mostrava que as pessoas tem consciencai da existência desses termos, mas poucos saber distinguir a função e a ação de cada um. Então não custa nada te bater um pouco mais no assunto.
Assistencialismo, é a ajuda financeira dada pelo governo, algo como o Bolsa Família e dar dinheiro em mendigo. A vantagem? É ráppido e fácil, acaba com a tormenta naquele momento, mas sabe o ditado de vovó: não adianta dar o peixa, tem que ensinar a pescar? É essa sua falha.
Responsabilidade Social é a atividade de retalhar seus efeitos no macroambiente. Por exemplo, uma empresa como a Petrobrás que vez ou outra derrama óleo no mar, virou especialista em limpar o oceano. Uma pessoa que consome 20 toneladas de lixo por ano, separa por tipos de lixo e encaminha para a coleta seletiva. Essas são formas de reconhecer a agressão feita e corrigir seus erros. Não é colocar dinheiro, é investir nas consequencias para que elas diminuam com o tempo ou seu impacto não seje tão significativo.
Sustentabilidade é a capacidade de uma empresa de alinha toda sua cadeia produtiva a uma maneira de diminuir quando não abominar os impactos macrombientais, principalmente socio-ambientais da sua atividade. Um exemplo? A Natura, que mesmo visando o lucro como toda empresa, tem toda sua atividade voltada para o meio ambiente, tanto ajudando na formação de empregos de senhoras renderas no nordeste ou replantando as árvores utilizadas.
Virou moda no meio empresarial exalar um contuda auto-entitulada sustentável ou socialmente responsável. Uma porque os nomes eram bem vistos pelos consumidores outra porque ajuda em tributos, embora algumas empresas tenham adotado essa postura em seu esqueleto, a grande maioria continua causando grandes danos, como a Nike que utiliza mão-de-obra infantil em países onde é permitido, o que não anula nem diminue o efeito.
Fazer oque ne?! O mundo é assim mesmo, a Terra forneçe matéria-prima, o homem explora, produz, distribui, vende. Os consumidores compram, utilizam para o seu conforto e joga fora onde couber.
Mas e se a matéria-prima acabar? E se a poluição acabar com o ar "respirável"? E se as crianças não estudarem porque prescisam trabalhar para conseguir condições mínimas de sobrevivência ou até mesmo o status do consumismo? E se Wall-E for a única salvação da humanidade enquanto perdemos nosso lado humano vivendo em máquinas já que o planeta está encardido?
E se... esperarmos para ver?
Toda empresa trabalha em pró do lucro, ela utiliza mão de obra infatil porque é mais barata, utiliza recursos abusivos porque é mais barato, para conseguir uma margem maior de lucro ou maior venda. E se... agente parar de consumir uma empresa que age dessa forma?
Existem instituições que fazem exatamente isso, educam os compradores para o consumo responsável, é conheçer os efeitos da cadeia de produção da empresa e ter subsídio para escolher aquelas que melhor atuar na sociedade.
Annie, quem inspirou esse post, fez um vídeo de 20 minutos chamado The Story of Stuff que explica esse efeito dominó com todas suas pontas. O vídeo é simples e didático sem a infantilidade das propagandas da CET.
O Instituto Akatu, auxília empresas e informa consumidores a atuarem de forma consciente.
Não faltam meios de informação para que os compradores compreendam que só a atividade empresarial não adianta, se eles não se importarem e agirem como tal já que elas são voltadas para o lucro e este vem deles.
Como dizia sábia vovó: ao apontar um dedo, você tem quatro de volta para você.
Já se cansou de ouvir falar em coleta seletiva, assistencialismo, sustentabilidade, responsabilidade social, mas você sabe dizer a diferença?
Fiz um trabalho de pesquisa que mostrava que as pessoas tem consciencai da existência desses termos, mas poucos saber distinguir a função e a ação de cada um. Então não custa nada te bater um pouco mais no assunto.

Assistencialismo, é a ajuda financeira dada pelo governo, algo como o Bolsa Família e dar dinheiro em mendigo. A vantagem? É ráppido e fácil, acaba com a tormenta naquele momento, mas sabe o ditado de vovó: não adianta dar o peixa, tem que ensinar a pescar? É essa sua falha.
Responsabilidade Social é a atividade de retalhar seus efeitos no macroambiente. Por exemplo, uma empresa como a Petrobrás que vez ou outra derrama óleo no mar, virou especialista em limpar o oceano. Uma pessoa que consome 20 toneladas de lixo por ano, separa por tipos de lixo e encaminha para a coleta seletiva. Essas são formas de reconhecer a agressão feita e corrigir seus erros. Não é colocar dinheiro, é investir nas consequencias para que elas diminuam com o tempo ou seu impacto não seje tão significativo.
Sustentabilidade é a capacidade de uma empresa de alinha toda sua cadeia produtiva a uma maneira de diminuir quando não abominar os impactos macrombientais, principalmente socio-ambientais da sua atividade. Um exemplo? A Natura, que mesmo visando o lucro como toda empresa, tem toda sua atividade voltada para o meio ambiente, tanto ajudando na formação de empregos de senhoras renderas no nordeste ou replantando as árvores utilizadas.
Virou moda no meio empresarial exalar um contuda auto-entitulada sustentável ou socialmente responsável. Uma porque os nomes eram bem vistos pelos consumidores outra porque ajuda em tributos, embora algumas empresas tenham adotado essa postura em seu esqueleto, a grande maioria continua causando grandes danos, como a Nike que utiliza mão-de-obra infantil em países onde é permitido, o que não anula nem diminue o efeito.
Fazer oque ne?! O mundo é assim mesmo, a Terra forneçe matéria-prima, o homem explora, produz, distribui, vende. Os consumidores compram, utilizam para o seu conforto e joga fora onde couber.

Mas e se a matéria-prima acabar? E se a poluição acabar com o ar "respirável"? E se as crianças não estudarem porque prescisam trabalhar para conseguir condições mínimas de sobrevivência ou até mesmo o status do consumismo? E se Wall-E for a única salvação da humanidade enquanto perdemos nosso lado humano vivendo em máquinas já que o planeta está encardido?
E se... esperarmos para ver?
Toda empresa trabalha em pró do lucro, ela utiliza mão de obra infatil porque é mais barata, utiliza recursos abusivos porque é mais barato, para conseguir uma margem maior de lucro ou maior venda. E se... agente parar de consumir uma empresa que age dessa forma?
Existem instituições que fazem exatamente isso, educam os compradores para o consumo responsável, é conheçer os efeitos da cadeia de produção da empresa e ter subsídio para escolher aquelas que melhor atuar na sociedade.
Annie, quem inspirou esse post, fez um vídeo de 20 minutos chamado The Story of Stuff que explica esse efeito dominó com todas suas pontas. O vídeo é simples e didático sem a infantilidade das propagandas da CET.
O Instituto Akatu, auxília empresas e informa consumidores a atuarem de forma consciente.
Não faltam meios de informação para que os compradores compreendam que só a atividade empresarial não adianta, se eles não se importarem e agirem como tal já que elas são voltadas para o lucro e este vem deles.
Como dizia sábia vovó: ao apontar um dedo, você tem quatro de volta para você.
